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Release do Bardetango Show

O GRUPO BARDETANGO SHOW

O Grupo Bardetango Show é constituído de músicos, cantor e bailarinos  

A formação do grupo de músicos é variável, de acordo com interesse do contratante, podendo ser constituída a partir de apenas um profissional: um bandoneonista, ou acordeonista, acrescentando-se, um cantor, um violinista, um contra baixista, e/ou um DJ.  

A formação do grupo de bailarinos é igualmente variável, podendo ser feita com um ou mais casais de bailarinos. 

O formato do show também é variável, de acordo com interesse do contratante, podendo ser feito a partir de apenas uma simples apresentação de tango por um casal de bailarinos, com música mecânica ou ao vivo, até um show completo em palco de teatro, com duração de um pouco mais de uma hora. O show completo é produzido para atender o formato desejado pelo contratante ou segundo um formato do próprio grupo Bardetango Show.

A forma básica e mais econômica de um show, é com apenas um casal de bailarinos dançando com música mecânica, em ambientes tipo: shoppings centers, condomínios, residências, clubes, restaurantes, exposições, reuniões de empresas, festas particulares de aniversário, casamento, ou outras.

Nos eventos básicos, os bailarinos dançam em geral quatro tangos, sendo um tango clássico, uma milonga, um vals, um tango milonguero ou um tango novo (moderno), geralmente sobre o  piso do ambiente ou num palco. Costuma-se agregar a este formato o ensino do passo básico do tango para o público presente ao final das apresentações, motivando em seguida o pessoal a dançar um tango coletivamente.

O formato básico dura em média de 45 minutos a uma hora. É o formato predileto da maioria dos contratantes e do casal de bailarinos -  professores de tango Ney Homero e Cristina, acostumados a promovê-lo já de longa data nos mais diversos locais dentro e fora do Rio de Janeiro.

O custo do show varia de acordo com o seu formato, o número de músicos, de bailarinos e da produção, em função do cachê dos artistas, despesas de transporte, alimentação e locomoção, que correm por conta do contratante.

Em caso de necessidade de montagem de equipamento de som, iluminação e decoração do ambiente do evento, isto corre por conta do contratante. 

Para os shows na forma básica, os bailarinos em geral levam consigo somente os CDs das músicas a serem tocadas no show, mas, também podem oferecer equipamento de som profissional que será cobrado à parte, a título de aluguel do equipamento.

 

Contatos para contratação do Bardetango Show:

 

 

Grupo Bardetango Show   

Ney Homero S. Rocha e Cristina

21 2439-7536; 8151-8406; 2420-9161; 9789-7458

bardetango@bardetango.com.br  

www.bardetango.com.br

 

 

 

                Ney Homero & Cristina

           Bailarinos e professores de tango

Veja abaixo as fotos e a repercussão do grande sucesso da participação do Grupo Bardetango Show no nordeste

 

O Grupo Bardetango Show alcançou grande sucesso no II Festival de Vinhos de Guaramiranga, Ceará de 2 a 5 de Nov. 2006, com três apresentações no Teatro Raquel de Queiroz e no dia 8 de Nov. de 2006 em La Grande Nuit , com o espetáculo no Hotel Gran Marquise by Sol Meliá de Fortaleza, obtendo ampla cobertura e repercussão da imprensa escrita, falada e televisada, como mostra a reportagem do Diário do Nordeste logo abaixo. 

As fotos a seguir mostram o grupo reunido nos bastidores.

O Grupo Bardetango Show nos bastidores do palco do Teatro Raquel de Queiroz - 1

O Grupo Bardetango Show nos bastidores do palco do Teatro Raquel de Queiroz - 2

O Grupo Bardetango Show num restaurante de Guaramiranga

O Grupo Bardetango Show no lobby do Hotel

Gran Marquise  by Sol Meliá

Para ver mais fotos do Bardetango Show, clique aqui



Edição do dia
06 de Nov de 2006
(Edição Atual)  SEGUNDA-FEIRA Retornar a Capa do Jornal

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Thiago Gaspar

 

Jorge Villar e seus bailarinos durante apresentação de tango no “II Festival de Vinhos de Guaramiranga”

 

FESTIVAL DE VINHOS
Guaramiranga de Gardel

Vinho e tango, uma combinação perfeita. De um lado, o sensual ritmo portenho; do outro, a mais clássica bebida. Ladeado pelo intérprete Jorge Villar, o grupo carioca “Bardetango” protagonizou um dos melhores momentos do “II Festival de Vinhos de Guaramiranga”, ao promover a releitura de velhos clássicos do estilo, em apresentações regadas a vinho argentino, claro

Durante o II Festival de Vinhos de Guaramiranga, encerrado ontem, o acolhedor município do Maciço de Baturité se converteu numa pequena sucursal de Buenos Aires, cortesia das apresentações do grupo carioca “Bardetango”, entusiasta do famoso ritmo argentino. Coordenado por Ney Homero, espécie de embaixador da cultura portenha na capital do samba, a trupe arrebatou o público presente à festa do vinho, apresentando uma releitura de várias fases do tango.

O preço um tanto quanto limitador do espetáculo

(R$ 120,00, com janta incluso) restringiu o número de espectadores, mas os que conferiram as apresentações do grupo, sempre às 20h30 no Teatro Rachel de Queiroz, puderam conferir clássicos de Carlos Gardel e Astor Piazzola, revitalizados pela voz de Jorge Villar, intéprete com longa trajetória no estilo, e a presença marcante dos músicos e dançarinos do “Bardetango”. Segundo Homero, o espetáculo foi montado com exclusividade para o II Festival de Vinhos de Guaramiranga – uma tentativa de casar o ritmo musical com o aclamado fermentado.

Professor de tango desde 1990, Homero fala com entusiasmo do gênero portenho. “Bardetango”, explica ele, é na verdade o nome de um bar consagrado ao famoso ritmo que ele instalara em seu apartamento, na Barra da Tijuca, tradicional bairro carioca. O espaço evoluiu para um portal na Internet com informações sobre a cultura portenha. A home-page prosperou e as aulas se multiplicaram. Como explicar a adesão carioca ao gênero musical argentino? A resposta para Homero é simples

“O Brasil, infelizmente, não preserva suas tradições. O tango também tem matriz nacional, não é algo exclusivamente argentino. Inclusive tivemos excelentes compositores no estilo, como Ernesto Nazaré e Chiquinha Gonzaga. É claro que entre o tango aqui tocado e o portenho, havia diferenças, mas as origens são próximas – a valsa e a polca européia, por exemplo. E o bandoneón, instrumento mais associado ao tango, foi introduzido na Argentina por um brasileiro”, relembra Homero.

Para o espetáculo encenado em Guaramiranga, o dançarino não poderia contar com melhor companhia: Jorge Villar é um dos maiores divulgadores do gênero no país. “Canto tango profissionalmente há mais de 15 anos, mas o estilo acompanha minha vida. Meu pai cantava tango quando eu estava no ventre de minha mãe, então temos uma relação profunda”, diz o intérprete. Sobre a junção vinho e tango, Villar é direto: “não poderia haver combinação mais adequada”. A receptividade do público, segundo ele, é o testemunho maior.

Embora calcado em standards do tango, o que pode irritar o espectador mais exigente, ansioso por novas fusões do gênero, o espetáculo apresentado em Guaramiranga ganhou em plasticidade com a participação dos bailarinos Bob Cunha e Aurya Pires, campeões do “Tango Rio 2006” , que esbanjam sintonia no palco. A voz segura de Villar, aprimorada em anos de interpretação de boleros, preserva a emoção das canções. O afinado trio de músicos (violoncelo, bandoneón e violino) confere vigor às composições. Uma pena que alguns números, poucos é verdade, não sejam executados ao vivo.

Laécio Ricardo 

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Rio de Janeiro, RJ, página editada em 14/11/2006 - Atualizada em 16/10/2008

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